Carro voador raro vale US$ 3,5 milhões em leilão na internet

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

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Apenas seis carros do modelo, criado em 1956, foram fabricados.
No ar, veículo atinge velocidade de até 160 km/h.

Foto: Divulgação/eBay.co.uk

Hoje apenas uma visão para o futuro, os carros voadores já foram realidade no passado. O modelo acima, fabricado em 1956 pela Molt Taylor, nos Estados Unidos, está à venda no site de leilões pela internet eBay. Apenas seis unidades foram fabricadas, o que justifica o preço anunciado: US$ 3,5 milhões. (Foto: Divulgação/eBay.co.uk)

Foto: Divulgação/eBay.co.uk

Para converter o avião em veículo para as estradas, basta retirar as asas, em um procedimento que dura cerca de 5 minutos. (Foto: Divulgação/eBay.co.uk)

Foto: Divulgação/eBay.co.uk

Carl Felling, que adquiriu o carro voador em 1981, diz que a máquina não é utilizada para vôos desde 1977. Segundo Felling, o carro já foi pilotado pelo atual comandante cubano Raul Castro. (Foto: Divulgação/eBay.co.uk)

font:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL909701-6174,00-CARRO+VOADOR+RARO+VALE+US+MILHOES+EM+LEILAO+NA+INTERNET.html


Franceses mostram coração artificial com duas bombas

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Ainda é só um protótipo, mas os investigadores da Carmat deram a conhecer um coração artificial que opera através de tecnologia usada em satélites e aviões.

O órgão artificial desenvolvido pela companhia francesa pode salvar milhões de vidas bate quase como um coração real. Fá-lo utilizando sensores electrónicos que regulam o ritmo cardíaco e o fluxo sanguíneo.

O protótipo foi apresentado no início da semana por Patrick Coulombier, Chief Operation Officer da Carmat. “É o mesmo princípio utilizado nos aviões, mas no corpo humano”, informou o responsável da empresa fundada pelo EADS (Grupo Europeu do Espaço e da Defesa).

Este responsável explicou que o coração artificial usa os mesmos sensores instalados em aviões e satélites para medir a pressão do ar e da altitude.

Este sistema tem a capacidade de responder de imediato consoante as necessidades que o corpo tem no que toca ao fluxo sanguíneo. Para já, o protótipo ainda só foi testado em animais, sendo necessária a autorização das autoridades para que se possa passar à fase de testes em humanos.

O coração artificial é feito de elementos naturais que incluem tecidos de porco. O funcionamento é semelhante ao de um coração real com duas bombas que enviam sangue para os pulmões e para o resto do corpo. Os corações artificiais anteriores só utilizavam uma bomba.

Prevê-se que este coração artificial agora apresentado possa vir a ser utilizado em pacientes que tenham sofrido ataques de coração ou falhas cardíacas, mas não só.

No futuro, o coração artificial pode ser aplicado em pessoas que tenham problemas de coração não tão graves como os referidos.

Morrem, por ano, segundo dados oficiais, 17 milhões de pessoas com doenças relacionadas com o coração.

fonte: http://exameinformatica.clix.pt/noticias/futurologia/999882.html

A mentir se diz verdade?

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Num passo que deixará, certamente, os fãs estarrecidos, a Apple afirma que não mente, mas que quem acreditar nos seus anúncios é tontinho.

Segundo a Wired, a Apple não quer que acreditemos no que diz, apesar de afirmar que não mente. Em resumo, é basicamente esta a posição da empresa, relativamente à petição de William Gillis, um cidadão norte-americano de 70 anos, que acusa a empresa de fazer publicidade enganosa relativamente ao iPhone 3G.

O cidadão em causa queixa-se da publicidade que afirma que o iPhone 3G “tem o dobro da velocidade por metade do preço”, quando comparado com o modelo original. Em resposta, a Apple produziu um documento legal com nove páginas e 32 pontos, onde refuta as acusações. Todavia, há um parágrafo em que a empresa afirma que as «reivindicações do queixoso são desmistificadas pelo facto de que as alegadas afirmações enganosas eram de tal ordem que ninguém na posição do Queixoso e no seu perfeito juízo poderia ter, em consciência, acreditado nelas ou entender mal as afirmações da Apple relativamente a este facto».

Este cidadão foi apenas um de entre muitos que nos EUA decidiram fazer queixa contra a Apple por criar falsas expectativas relativamente ao iPhone 3G. Os processos legais variam de chamadas caídas com frequência a velocidades de acesso à Net muito lentas.

Apesar das alegações da Apple, a verdade é que, no Reino Unido, a Advertising Standards Authority baniu dois anúncios ao iPhone, alegando que os mesmos eram enganadores por exagerarem as velocidades e capacidades do smartphone no acesso à Internet.

fonte: http://exameinformatica.clix.pt/noticias/hardware/1000787.html

Apple dá o dito pelo não dito

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Afinal, o aviso de que seria preciso usar antivírus no Mac foi um falso alarme.

A Apple decidiu remover da sua página de suporte a indicação de que os utilizadores devem instalar antivírus, alegando que os Macs são “seguros desde que os tiramos da caixa”.

Um responsável da empresa disse que “removemos o artigo da KnowledgeBase pois era antigo e incorrecto. Os Mac são desenhados com tecnologias embutidas de origem que oferecem protecção face a software malicioso e ameaças de segurança. No entanto, dado não existirem sistemas 100% imunes a todas as ameaças, o facto de correr um software antivírus pode oferecer uma protecção adicional.

A Apple tem vindo a afirmar ao longo destes anos que a plataforma Mac é perfeitamente segura contra vírus, mesmo que não seja usada nenhuma aplicação de protecção. A empresa tem ainda chamado a atenção para os problemas de segurança e número elevado de vírus que afectam o Windows como argumento para tentar convencer os utilizadores a usar o seu sistema operativo. Foi por estas razões que o artigo criou tamanha perplexidade na Internet.


fonte: http://exameinformatica.clix.pt/noticias/software/1000795.html

Episódio de 'Simpsons' satiriza Steve Jobs e fãs da Apple

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

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História começa quando Springfield ganha uma loja da ‘Mapple’.
Bart dubla ‘Steve Mobs’, dizendo que ele é namorado de Bill Gates.

Um episódio de “Os Simpsons” exibido no domingo (31), nos Estados Unidos, levou os personagens amarelos da série para uma loja da “Mapple” – sátira à marca de eletrônicos Apple. A história começa quando o shopping de Springfield ganha um desses estabelecimentos, que recebe a visita de Homer, Lisa, Bart e Krusty, o palhaço, entre outros.

O blog de tecnologia “Engadget” divulgou trechos do episódio que dedica seis minutos à empresa de Steve Jobs.

Sem dinheiro para comprar produtos no local, Lisa tenta levar para casa um fone de ouvido branco, para as pessoas acharem que ela tem um “MyPod”. A jovem desiste quando a vendedora lhe informa o preço (US$ 40), mas ainda assim consegue se dar bem: ganha um “MyPod” de Krusty, o palhaço, que detesta o aparelho. “Agora sou uma pessoa Mapple”, comemora, enquanto dança ao lado de um cartaz da empresa

Apple ganha processo contra empresa que usa maçã no logotipo

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Companhia chinesa terá de pagar US$ 58 mil pela infração.
Decisão também proíbe a organização de usar imagem da fruta.

A gigante Apple ganhou um processo por violação de marca contra a companhia chinesa New Apple Concept Digital Technology, cujo logotipo também é uma maçã mordida, mas dentro de um escudo com asas.

Segundo a decisão do Tribunal Popular Intermediário de Shenyang, (província de Liaoning), citada nesta terça (2) pela agência oficial "Xinhua", a marca chinesa deverá pagar US$ 58 mil pela infração.

A New Apple, empresa com base desde 2005 em Shenzhen, cidade próxima a Hong Kong na qual há grande quantidade de fábricas de eletrônicos na China, usou o logotipo não só em seus produtos, mas também em envelopes, embalagens e em seu site.

A empresa americana, que entrou no mercado chinês em 1993 e que possui os direitos sobre o nome Apple e seu logotipo até 2013, solicitou à empresa chinesa que deixasse de infringir a lei em 2006, mas a ação só foi formalizada até abril deste ano.

Através desta sentença, o tribunal ordenou a New Apple a abandonar estas práticas e indenizar o fabricante americano. A China, paraíso da cópia ilegal, é o primeiro país do mundo em violação de direitos de propriedade intelectual, segundo um relatório do Congresso dos Estados Unidos.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL886063-6174,00-APPLE+GANHA+PROCESSO+CONTRA+EMPRESA+QUE+USA+MACA+NO+LOGOTIPO.html

Experimento de realidade virtual faz voluntários 'trocarem' de corpo

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Cumprimentar você mesmo com um aperto de mão pode ser uma experiência incrível. Mas a ilusão de ter sua barriga esfaqueada, nem tanto. Essas duas sensações pareceram reais para muitos participantes de um experimento realizado na Suécia – o objetivo é mostrar como as pessoas podem experimentar percepções enganosas quando têm a sensação de viverem em um corpo diferente do delas. Ou, em outras palavras, quando “trocam” de corpo.

Em uma apresentação nesta semana, neurocientistas do Instituto Karolinska, em Estocolmo, mostraram como voluntários usando óculos de realidade virtual podem sentir que trocaram de corpo com um manequim ou até mesmo com outra pessoa.

“Nos interessamos por uma questão clássica, que filósofos e psicólogos discutem há anos: por que achamos que a essência de uma pessoa está em seu corpo? Para estudar isso cientificamente, usamos truques que enganam a percepção”, afirmou Henrik Ehrsson, líder do projeto.

Voluntário

O repórter Karl Ritter, da agência de notícias Associated Press, fez o teste para entender “na pele” o que o especialista falava. Em um experimento, um manequim que usava óculos com função de câmera filmava seu próprio corpo. O repórter, também usando um capacete especial, olhava para baixo e via as filmagens feita pelo manequim – com isso, tinha a sensação de que o corpo de plástico que via era o seu.

Estudante olha para baixo e vê imagens filmadas por óculos especiais do manequim. Com isso, ele tem a falsa sensação de que seu corpo é o do boneco. (Foto: AP)

“Nesse momento, não parecia muito real. Mas isso mudou quando alguém passou uma caneta, simultaneamente, na minha barriga e na do manequim. Conforme meu cérebro processava os sinais visuais e táteis, aumentava a impressão de que o corpo dele era o meu”, disse Ritter.

“Estava divertido, até que a lâmina de uma faca de cozinha entrou no meu campo de visão. Ela foi colocada contra a barriga do boneco, me dando um arrepio na espinha e aumentando meu nível de ansiedade, como mostraram os eletrodos presos ao meu dedo indicador”, continuou o repórter.

Valeria Petkova, especialista ligada ao projeto, afirma que de 70% a 80% dos voluntários vivenciam a ilusão de maneira muito forte. “Aparentemente, estou entre essas pessoas”, disse o voluntário.

A demonstração exemplifica os testes feitos com 87 voluntários – o resultado do estudo foi publicado no “Journal of the Public Library of Science”. As conclusões indicam que, sob certas condições, uma pessoa pode perceber o corpo de outra como sendo o seu. Isso mesmo quando o outro corpo é artificial ou de alguém do sexo oposto.

Para Ehrsson, as descobertas podem ser usadas em pesquisas sobre problemas envolvendo a imagem corporal: como as pessoas ficam satisfeitas ou insatisfeitas com seus corpos, por exemplo. Outra possibilidade é o desenvolvimento de versões mais avançadas de jogos como o “Second Life”. “Isso pode facilitar a criação de aplicações de realidade virtual em games, onde os jogadores poderão ter experiências realistas com seus avatares”, disse.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL886020-6174,00-EXPERIMENTO+DE+REALIDADE+VIRTUAL+FAZ+VOLUNTARIOS+TROCAREM+DE+CORPO.html